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  1. Soberania e diplomacia: perspectivas contemporâneas no pensamento de Henry Kissinger

    Soberania e diplomacia: perspectivas contemporâneas no pensamento de Henry Kissinger

    Passados mais de trezentos anos da celebração da Paz de Vestfália, que inaugurou as premissas básicas do Estado Contemporâneo, que é europeu e iluminista, identifica-se, no pensamento diplomático de Henry Kissinger, a continuidade e evolução da raison d’Etat. No mundo globalizado, tende-se à uniformização das práticas econômicas e também, apesar de em menor intensidade, culturais. Espera-se uma paz perpétua e universal. Porém, entre Estados soberanos há interesses e não amizade. Deve prevalecer sempre o interesse nacional. Sob a égide de valores democráticos, Henry Kissinger afirma a importância do papel dos Estados Unidos da América do Norte (EUA) na diplomacia mundial e na Historia Universal, sob o olhar hegeliano. Os valores americanos devem ser universais para fins estatais, ressaltando que todo Estado deve cuidar de sua soberania, sem ferir a ordem internacional e a segurança das demais nações. Detalhes
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  2. Kissinger e a ética ocidental

    Kissinger e a ética ocidental

    A Revolução Americana de 1776 foi momento no qual a Grande Nação do Oeste definiu qual a sua ideologia econômica e política, assentadas na liberdade e na valorização do ser humano em suas particularidades. Com o passar dos séculos, a democracia se torna um valor moral dos EUA e por isso defendida em nível internacional, por esta nação. O grande estadista se vê obrigado, em muitas situações, a tomar decisões isoladas, para o bem de seu povo e da nação. A política, em nível internacional, passa a exigir um agir ético, que mira sempre o bem comum e o interesse nacional. A defesa dos valores morais norte americanos, como ensina Kissinger, exige uma postura firme e decidida do governante, o que é a expressão do espírito ocidental, da igualdade de todos perante a lei e da liberdade de todos pela lei. O espírito universal da liberdade caminha pela História, apesar de seu relevo montanhoso, para seu constante aperfeiçoamento, sob a perspectiva hegeliana. O agir ético, na diplomacia e na política, é uma exigência histórica, para o benefício da condição humana. Detalhes
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  3. Federação Norte-Americana: Perspectivas no direito internacional contemporâneo (fundamentação no pensamento de Henry Kissinger)

    Federação Norte-Americana: Perspectivas no direito internacional contemporâneo (fundamentação no pensamento de Henry Kissinger)

    A instituição capaz de assegurar a liberdade do indivíduo é o Estado, uma vez que apenas ele é soberano. É a partir do Estado de Direito que está assegurada a liberdade do homem, pois somente o Estado soberano é capaz de garantir a liberdade e a justiça. Em um Estado de Direito, é importante o papel do constitucionalismo para o desenvolvimento da democracia por meio da política e da razão. Foi a partir da Revolução Americana que nasceu uma nova nação, com uma nova filosofia de liberdade humana Detalhes
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  4. Soberania, liberdade interior e ética ocidental

    Soberania, liberdade interior e ética ocidental

    O Cristianismo é a fenda fundamental no conceito de pessoa do Direito Romano. A universalização do ser, a partir do cristianismo, se torna imperativo na civilização ocidental. O Ocidente é o hemisfério no qual caminha o espírito universal da liberdade, passando pelos períodos de Alexandre o Grande, Caius Július César, Carlos Magno, Napoleão Bonaparte e Franklin Delano Roosevelt.
    A religião cristã traz o reconhecimento da condição humana como uma assertiva fundamental para a prática espiritual, através do conhecimento da verdade, pois somente quem sabe da sua própria liberdade é livre, em si e para si. O conhecimento liberta.
    Igualdade, Liberdade e Trabalho são conceitos da Filosofia de Hegel, o ápice do Idealismo Alemão do século XIX, e por isso da História Ocidental. Tais conceitos chegam aos dias atuais na forma de direitos e garantias fundamentais, que são os alicerces do Estado de Direito Contemporâneo, insculpidos nas Constituições das nações ocidentais, herdeiras de um fecundo patrimônio cultural romano-germano-europeu.
    Tudo está na História, obra da Criação.

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